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Diário do “Alvaiázere Capital do Chícharo"

DIA 10 de junho

A azáfama começou bem cedo. Quando alguns festivaleiros, ainda insistiam em dar continuidade à noite que, entretanto, se havia tornado dia, outros enchiam as ruas da vila, para participarem no primeiro Trail do Chícharo.

Entretanto, reabriam as mostras, no recinto da feira, voltavam os aromas da boa gastronomia e a excelente animação.

Findo o almoço, iniciaram-se as actividades equestres, no picadeiro municipal.

Também durante a tarde, foram inauguradas duas exposições, dando prova de que o chícharo, é, fundamentalmente, cultura. No Museu Municipal deu-se início à exposição “6 artistas e 9 obras”, de arte contemporânea, composta por peças da fundação Portugal Telecom. Na Biblioteca Municipal, passaram a estar patentes ao público as exposições “Imaginário desenhado na terra do chícharo” e abertura da exposição “Autores do Norte do Distrito de Leiria”.

O final da tarde foi de debate e discussão, através da mesa redonda promovida pela ADECA, subordinada ao tema “Políticas e Estratégias de Inovação na Atração de Investimento”.

Ao início da noite, subiu ao palco da Casa Municipal da Cultura um espectáculo de bailado, protagonizado pelos alunos da Escola de Dança Diogo Carvalho, pontuado pela atuação da Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília.

No picadeiro municipal, também houve lugar para a arte, com a gala equestre “Emoções Ibéricas”.

O artista principal, no palco do Alvaiázere Capital do Chícharo, foi José Cid, que se apresentou com Big Band. Foram quase três horas de espectáculo, que atraiu público de todas as gerações, que enchia o recinto do certame.

A animação continuou, com baile, pela Banda Replika, animando e divertindo, os muitos que teimaram em não arredar pé.

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