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Diário do Alvaiázere Capital do Chícharo 13/10/2019

VÍDEO RESUMO DE 13/10/2019 

Domingo é dia de passeio; assim manda a tradição. Vamos pois passear pelas ruas do concelho: ou de mota, ou de trator, e à tarde, em bicicletas antigas! Enquanto uns se passeiam, a pequenada continua a fazer rolar a bola, no derradeiro dia do Al-Bayazira Youth Cup.

Pois então, continuemos as visitas guiadas ao património, sempre reveladoras de traços distintos da nossa identidade, a aguçar o apetite para o almoço já esperado.

A tarde foi de espetáculos e de muita animação: atividades circenses e concertos. Primeiro da Orquestra Ligeira da Sociedade Filarmónica Alvaiazerense de Santa Cecília, do grupo “Cavaquinhos da Pedreira” e do grupo “Adufe e Alguidar”.

Enquanto uns assistiam, outros, fazendo jus ao domingo, que é dia de passeio, passeavam de charrete, pelas ruas da vila de Alvaiázere.

Na Casa Municipal da Cultura rodou o filme “Para Além da Memória”, rodado no concelho que é a Capital do Chícharo, estrelado pela atriz brasileira Gabriela Moreyra (e com um elenco de luxo que integra, entre outros nomes, Lídia Franco), realizado por Miguel Babo e produzido pelo Alvaiazerense António Cardo.

Pelas 19:30, mais um momento de debate e reflexão, com a mesa redonda “A gastronomia e o turismo”. Moderada por Paulo Silva (Presidente da Direção da Confraria do Chícharo), contou com as presenças de Rúben Correia (Botequim Açoriano), de José Borralho (APTECE –Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia), de António Simões (Confraria da Cabra Velha) e de José Miguel Ferreira (Fundação ADPF – Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional).

Continuava a música e o espetáculo em permanência: com a música dos “Tokandar” e com o espetáculo de fogo “Licores e vapores com chícharo e companhia”.

Vamos pois jantar… E jantou-se pela última vez na edição de 2019 do “Alvaiázere Capital do Chícharo”, nas sete tasquinhas do Alvaiázere Capital do Chícharo e nos nove restaurantes do concelho, que aderiram ao festival.

Mas não há tristezas nem nostalgia, porque ainda há tempo de dar ao pé, afinar as vozes e, para quem quiser, para dançar. Primeiro, ao som dos músicos que participaram no “Festival Internacional de Acordeão, e, depois, ao som do artista “Emanuel”.

Foram três dias muito intensos que, claro está, deixam saudade. Saudade a quem fez o melhor para agradar a quem nos visitou, na esperança de depositar nestes a vontade de cá voltar. E voltem sempre, que Alvaiázere, as suas empresas, os seus produtores, as suas associações, as suas gentes, vos receberão de braços abertos. Já amanhã, se for caso disso, ou para o ano, na próxima edição do Alvaiázere Capital do Chícharo!

 

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